terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A Ideologia de Gênero é pior do que o comunismo, afirma prelado católico

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Numa entrevista concedida à ACI Stampa  – uma agência italiana do Grupo ACI – o novo Arcebispo de Cracóvia, na  Polônia, Mons. Marek Jedrasewski [foto ao lado],  afirmou que a Ideologia de Gênero é “mais perigosa que a ideologia marxista e comunista porque rompe toda a visão antropológica do que é o homem segundo a obra de Deus Criador”.[1]
É Deus quem criou o homem masculino e feminino. A Ideologia de Gênero, pelo contrário, faz o possível para cancelar as diferenças entre homem e mulher, o que já é um absurdo desde o ponto de vista biológico”, observa o Arcebispo. Mons. Jedrasewski  acrescenta ainda que “se você olhar para a visão do próprio homem e da dignidade humana, então percebemos que não só toca o homem no singular: é uma ideologia que tem consequências dramáticas na vida social e na cultura hodierna. Por isso, não se pode estar aberto a esta ideologia que é profundamente contrária a Deus criador e contrária a tudo aquilo que Cristo mesmo nos ensinou”.
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 É interessante notar a estreita ligação entre o comunismo e a Ideologia de Gênero. O pseudo acordo de paz do governo da Colômbia com as FARC é um exemplo característico. Assim relata artigo publicado neste site no dia 24 de agosto de 2016:
No último dia 10 de agosto, em toda a Colômbia, milhares de pessoas saíram às ruas a fim de protestar contra o governo do presidente José Manuel Santos, devido à tentativa da Ministra da Educação de impor nas escolas um manual promovendo a chamada “Ideologia de Gênero”, que representa uma revolução interna no seio das famílias.
No dia seguinte, o presidente Santos se viu obrigado a desmentir que seu governo estivesse promovendo a “Ideologia de Gênero”. Entretanto, o Procurador Geral da Colômbia, Alejandro Ordóñez, declarou de modo respeitoso, mas documentado e firme, que o Presidente não estava dizendo a verdade, pois, na realidade, o governo está, sim, promovendo tal nefasta ideologia.
Em Bucaramanga, cidade no interior da Colômbia, uma pequena faixa, aparentemente insignificante no meio da multidão, denunciou outra grande verdade que está sendo escondida pelos principais meios de comunicação, e silenciada por certos líderes civis e religiosos pró-família: “As FARC também negociam a destruição da família”
Com efeito, essa simbólica faixa denuncia que as FARC e o governo estão promovendo a “Ideologia de Gênero” no assim chamado “Acordo de paz” costurado em Havana, fato que o presidente Santos havia negado. Desde 2014 funciona na capital cubana uma “Subcomissão de Gênero”, encarregada da redação do item 82 do “Acordo de paz”. Esse ponto chave contempla que “homens, mulheres, homossexuais, heterossexuais e pessoas com identidades diversas participem e se beneficiem em igualdade de condições” (Cfr. “Governo e FARC anunciam a política de gênero que marcará o período pós-conflito”. Esta notícia foi publicada pela revista pró-governo “Semana”, de Bogotá, em 24 de julho, que voltou ao tema em sua edição de 17 de agosto de 2016).”[2]
Em recente entrevista à revista Catolicismo, o Dr. Alejandro Ordóñez observou: “É incrível que os referidos bispos (colombianos) não tenham advertido os católicos sobre como se pretendia transformar em norma constitucional os princípios essenciais da Ideologia de Gênero, como o reconheceram os negociadores de Havana.
A Ideologia de Gênero é “mais perigosa que a ideologia marxista e comunista”, conforme afirma o Arcebispo de Cracóvia. Ela  quer destruir a mais perfeita criação de Deus na terra que é o ser humano. O comunismo, por sua vez, quer destruir a ordem hierárquica e harmônica na sociedade estabelecendo uma igualdade utópica. Nesse sentido, Ideologia de Gênero e comunismo se completam  e se unem na tentativa de  destruição da obra do Criador.
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