segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Fruto do Espírito – Gálatas 5:22-23 (1/2)

[biblia]



Algumas pessoas ilustram o fruto do Espírito descrito em Gálatas 5:22 e 23 como um cacho de uvas onde cada parte seria uma “uva” do mesmo cacho. Isso talvez se dê por pensar nas palavras de Jesus ao dizer:
“Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em mim.
“Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.” João 15:4,5

Já pensou nesse fruto como o caráter de Cristo impresso na vida de quem experimenta o novo nascimento a cada dia através do batismo do Espírito Santo?
“Todos quantos recebem a Cristo pela fé, se tornarão um com Ele. Os ramos não estão unidos à vinha por nenhum processo mecânico ou ligação artificial. Estão unidos à vinha e tornaram-se parte dela. São nutridos por suas raízes. Assim, aqueles que recebem a Cristo pela fé tornam-se um com Ele em princípio e ação. Estão unidos com Ele, e a vida que têm é a vida do Filho de Deus. Obtêm sua vida dAquele que é vida.
O homem regenerado tem uma união vital com Cristo. Assim como o ramo extrai seu sustento do tronco principal, e por causa disto produz muito fruto, assim o verdadeiro crente está unido com Cristo, e revela em sua vida os frutos do Espírito. Os ramos se tornam um com a vinha. A tormenta não pode levá-lo para longe. Geadas não podem destruir suas propriedades vitais. Nada é capaz de separá-lo da vide.
É um ramo vivo, e produz o fruto da vinha. Assim se dá com o crente. Por boas palavras e boas ações ele revela o caráter de Cristo. Como o ramo extrai seu nutrimento da vide, assim todos que são verdadeiramente convertidos extraem vitalidade espiritual de Cristo.”¹
O início do capítulo 5 de Gálatas começa com uma lembrança de que Cristo nos libertou para um pAlgumas pessoas ilustram o fruto do Espírito descrito em Gálatas 5:22 e 23 como um cacho de uvas onde cada parte seria uma “uva” do mesmo cacho. Isso talvez se dê por pensar nas palavras de Jesus ao dizer:
“Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em mim.
“Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.” João 15:4,5
Já pensou nesse fruto como o caráter de Cristo impresso na vida de quem experimenta o novo nascimento a cada dia através do batismo do Espírito Santo?
“Todos quantos recebem a Cristo pela fé, se tornarão um com Ele. Os ramos não estão unidos à vinha por nenhum processo mecânico ou ligação artificial. Estão unidos à vinha e tornaram-se parte dela. São nutridos por suas raízes. Assim, aqueles que recebem a Cristo pela fé tornam-se um com Ele em princípio e ação. Estão unidos com Ele, e a vida que têm é a vida do Filho de Deus. Obtêm sua vida dAquele que é vida.
O homem regenerado tem uma união vital com Cristo. Assim como o ramo extrai seu sustento do tronco principal, e por causa disto produz muito fruto, assim o verdadeiro crente está unido com Cristo, e revela em sua vida os frutos do Espírito. Os ramos se tornam um com a vinha. A tormenta não pode levá-lo para longe. Geadas não podem destruir suas propriedades vitais. Nada é capaz de separá-lo da vide.
É um ramo vivo, e produz o fruto da vinha. Assim se dá com o crente. Por boas palavras e boas ações ele revela o caráter de Cristo. Como o ramo extrai seu nutrimento da vide, assim todos que são verdadeiramente convertidos extraem vitalidade espiritual de Cristo.”¹
O início do capítulo 5 de Gálatas começa com uma lembrança de que Cristo nos libertou para um propósito: “Com liberdade Cristo nos libertou: permanecei firmes, portanto…” (v.1). Já os versos finais falam sobre o fruto do Espírito, característica de pessoas verdadeiramente livres, concorda?
“Fruto é o sinal certo da vida saudável da árvore, e «o fruto do Espírito» é a linda, calma e sempre progressiva manifestação por meio da conduta, e até à idade avançada (Sl 92.14), daquela nova vida que foi comunicada por Deus. Paulo não escreve sobre «frutos» e, sim, sobre «fruto»; cf. «fruto da justiça» (Filipenses 1.11, grego) e «fruto da luz» (Efésios 5.9).
Um belo cacho de nove variedades de fruto é aqui descrito. “semelhante à cadeia das graças, em 2 Pe 1.5-7, todas estas variedades estão ligadas como que para sugerir que a ausência de qualquer delas significa a anulação de todas. A tríplice classificação feita por Lightfoot, em hábitos mentais, qualidades sociais e princípios gerais de conduta, uma vez mais é de grande ajuda.
(i) Hábitos mentais (22).
Amor. O Espírito Santo inspira na alma aquele amor a Deus e aos homens que é o cumprimento da lei (v. 14). Examinar o admirável elogio de Paulo ao amor, em 1Co 13.
Alegria. Profundo regozijo de coração, tal como as bebedeiras e outras obras da carne jamais podem produzir. Essa alegria é a alegria «no Senhor» (Filipenses 4.4), e não por causa das circunstâncias.
Paz. O senso de harmonia no coração no que tange a Deus e ao homem, aquela paz de Deus que guarda o coração contra todas as preocupações e temores que pretendem invadi-lo (Filipenses 4.7).
(ii) Qualidades sociais (22).
Longanimidade. Paciência passiva debaixo das injúrias ou danos sofridos.
Benignidade. A bondosa disposição para com o próximo.
Bondade. Beneficência ativa, sendo assim um passo além da benignidade. Nenhum tributo mais excelente poderia ser pago a Barnabé do que ter sido dito dele que era «homem bom», e isso por estar «cheio do Espírito Santo e de fé» (Atos 11.24).
(iii) Princípios gerais de conduta (22-23).
Fidelidade; cf. Tito 2.10, onde a palavra é também assim traduzida. Algumas versões dizem «fé»; mas certamente esta versão é mais correta.
Mansidão. O temperamento especialmente Cristão de não defender de unhas e dentes os próprios direitos. Nosso Senhor associa bênção a essa virtude (Mateus 5.5), sendo um de Seus próprios atributos (Mateus 11.29 e 2Coríntios 10.1).
Domínio próprio. Geralmente traduzido por «temperança» noutras versões; equilíbrio. A ideia sugerida é a do indivíduo que sabe controlar firmemente seus desejos e paixões; a palavra ocorre em Atos 24.35 e 2Pedro 1.6.
Contra essas coisas… (23). A lei existe para propósitos de restrição, mas, quanto a estas virtudes, nada existe para limitá-las (cf. 1 Tmóteo 1.9-10).”²
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[¹] Olhando para o Alto, 195
[²] Gálatas (Novo Comentário da Bíblia) 37
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