quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Natal 2015: entrou o Islã e o Presépio foi banido na Europa até por bispos e prefeitos

lumenrationis
Por Luis Dafaur

O Menino Jesus proibido em dioceses italianas para não desagradar os islâmicos:
a pungente capa da revista "Tempi" que evoca "a justiça de Herodes"


No último Natal, o pároco de San Biaggio, na cidade de Monza, norte da Itália, decidiu cancelar a missa no instituto “Ente Católico de Formação Profissional”.
A decisão foi traumática para alunos e pais de família que estudam numa escola onde uma bela imagem de Nossa Senhora acolhe os estudantes todos os dias, segundo “Il Corriere della Sera”.
O pároco alega que os estudantes muçulmanos podem ficar chocados com “um ato de culto forte demais não só para quem professa uma fé diversa (leia-se os islâmicos), como também para aqueles que não frequentam a igreja”.
Com esse argumento não haverá mais missa de Natal na escola e, Deus não o permita, nem mesmo em toda a cidade.
O diretor da escola tentou explicar ao corpo de professores que “a missa não será feita para não discriminar”. Em seu lugar haveria um ato laico “com cantos e projeções de imagens”.

Na escola há muitas imagens católicas e os alunos muçulmanos nunca criaram problema.

O Instituto tem mais quatro escolas na região, onde a missa será celebrada como de costume.

“Nos anos passados os rapazes islâmicos iam à igreja com toda a classe sem problema. Em cada aula há um crucifixo. Nós damos três horas de instrução religiosa. Há sanduíches de salame e jamais ninguém se sentiu ofendido [O Corão proíbe comer carne de porco]. Que sentido tem renunciar agora à missa?” – perguntavam os professores.
A decisão do pároco Pe. Marco Oneta está em sintonia com a nova pastoral de acolhida aos imigrantes de maioria maometana. Mas o sacerdote sente que sua atitude soa em falso e tenta se defender da suspeita de uma traição à identidade católica italiana.
Mons. Claudio Cipolla bispo moderno abre as portas ao Islã
e as fecha ao Menino Jesus!

A decisão do pároco Pe. Marco Oneta está em sintonia com a nova pastoral de acolhida aos imigrantes de maioria maometana. Mas o sacerdote sente que sua atitude soa em falso e tenta se defender da suspeita de uma traição à identidade católica italiana.
Em Pádua, a cidade de Santo Antônio, o bispo D. Claudio Cipolla, falando à rádio Rete Veneta no fim da missa na catedral, justificou que não se montem presépios, invocando para isso os apelos do Papa Francisco.


Ele acrescentou: “Darei um passo atrás para manter a paz. (...) Não podemos usar as religiões para alimentar conflitos ou tensões inúteis”, em referência à presença de imigrantes muçulmanos na cidade, segundo o jornal local “Il Mattino di Padova”.
O presidente da Região Veneta, onde fica Pádua, deplorou a injustiça da proibição, que desmoraliza os católicos.
Para maior escárnio, o líder islâmico da região, o imã Kamel Layachi, apontou o absurdo da interdição, dizendo: “Cristãos, defendei o presépio! Ninguém evoque discórdias”, noticiou “Il Mattino di Padova”.

Segundo Kamel, “quem proíbe ou bane o presépio das escolas, ou está animado por um espírito laicista ou por uma atitude ateia”.

Essa autoridade islâmica acrescentou que não hesitaria em visitar o presépio junto com seus filhos.

Na França, numerosas prefeituras se puseram em pé de guerra após a Associação Nacional de Prefeitos – AMF recomendar que não sejam montados presépios nas instalações municipais do país.

O pretexto foi “fortalecer os valores republicanos” após os ataques do terrorismo islâmico em Paris, noticiou o site Infocatólica
Kamel Layachi: o imam islâmico do Veneto acabou passando
como menos cristofóbico do que o bispo de Pádua.
A prefeitura de Béziers e o conselho departamental de La Vendée, entretanto, obtiveram ganho de causa na Justiça em favor dos presépios, arguindo se tratar de uma tradição francesa.
O prefeito de Béziers, Robert Ménard, lidera uma rebelião de prefeitos contra a AMF.
Porém, o presépio na prefeitura de Melun, cidade próxima de Paris, foi proibido por um tribunal administrativo de apelação.

“Poremos um cartaz no local explicando por que não está o Menino Jesus e nossa oposição a essa decisão da Justiça”.
Diante da movimentação dos prefeitos favoráveis aos presépios, a AMF apelou ao Ministério do Interior dirigido por um ministro socialista radicalmente anticristão, para que emita uma norma específica sobre o caso.
Diante da Sagrada Família e da grande festa do Natal de 2015, laicistas e clérigos progressistas manifestaram um ódio todo especial, maior que o dos maometanos, fechando as portas ao catolicismo e ao próprio Menino Jesus, no mesmo tempo que as abrem ao Islã invasor. 
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