sábado, 22 de janeiro de 2011

Livro “Bebês para queimar”, uma história abortista repugnante.

Horror: Gordura de fetos abortados é comprada por indústrias de cosméticos…
Por que as campanhas abortistas são milionárias?
Quem financia as ong’s da morte?
O que, realmente, há por trás da legalização do aborto?
Por que não dizem nada sobre isso no mass-media?


Veja este recente relato que tem como base um estudo – pasme! – da década de 1970…
Dois jornalistas ingleses, Michel Litchfield e Susan Kentish, fizeram há tempos uma ampla pesquisa sobre a indústria do aborto em Londres. O resultado foi um livro que causou espanto e merece, ao menos, uma reflexão de todos os que se preocupam com o assunto. Babies for burning” (Bebês para queimar – Serpentine Press 1td – London) não é uma ensaio sobre o aborto mas um trabalho jornalístico sobre o último elo de uma cadeia: o destino final dos fetos que anualmente são retirados de ventres que não desejam ou não podem ter filhos ou “aquele filho”.
No caso da Inglaterra, já existe uma lei, o ‘AbortionAct’, de 1967, que permite a interrupção do processo de gravidez pela eliminação mecânica. Os autores souberam, por meio de informações esparsas, que a indústria do aborto, como qualquer indústria moderna, tinha uma linha de subprodutos: a venda de fetos humanos para as fábricas de cosméticos. Durante a 2ª Guerra, os nazistas também exploram esse ramo do negócio: matavam judeus aos milhões e aproveitavam a pele e a escassa gordura das vítimas para uma linha de subprodutos que iam de bolsas feitas de pele humana e sabões que lavavam os uniformes do Exército do 3° Reich.
Os ingleses não chegam a ser famosos pelas bolsas que fabricam, mas pelo chá e pelos sabonetes – os melhores do mundo. Um “english soap” sempre me causou pasmo pela maciez, a consistência da espuma, a sensação de limpeza que dá à pele. Não podia suspeitar que tanto requinte pudesse ter – em alguns deles – as proteínas que só se encontram na carne – e carne humana por sinal.
Desde que li o livro, cortei drasticamente dos meus hábitos de higiene o uso dos bons e estimulantes sabonetes ingleses. Aderi ao sabão de coco, honestamente subdesenvolvido, com cheiro de praia do Nordeste e eficácia múltipla, na cozinha ou no toucador. Contam os jornalistas:
Quando nos encontramos em seu consultório, o ginecologista pediu à sua secretária que saísse da sala. Sentou-se ao lado de Litchfield, o que melhorou a gravação, pois o microfone estava dentro da sua maleta.
O médico mostrou uma carta:”Este é um aviso do Ministério da Saúde” – disse, com cara de enfado. “As autoridades obrigam a incineração dos fetos… não devemos vendê-los para nada… nem mesmo para a pesquisa científica… Este é o problema…” - Mas eu sei que o senhor vende fetos para uma fábrica de cosméticos e… e estou interessado em fazer uma oferta… também quero comprá-los para a minha indústria…
“Eu quero colaborar com o senhor, mas há problemas… Temos de observar a lei… As pessoas que moram nas vizinhanças estão se queixando do cheiro de carne humana queimada que sai do nosso incinerador. Dizem que cheira como um campo de extermínio nazista durante a guerra”.
E continuou: ”Oficialmente, não sei o que se passa com os fetos. Eles são preparados para serem incinerados e depois desaparecem. Não sei o que acontece com eles. Desaparecem. É tudo”. - Por quanto o senhor stá vendendo?
“Bem, tenho bebês muito grandes. É uma pena jogá-los no incinerador. Há uso melhor para eles. Fazemos muitos abortos tardios, somos especialistas nisso. Faço abortos que outros médicos não fazem. Fetos de sete meses. A lei estipula que o aborto pode ser feito quando o feto tem até vinte e oito semanas. É o limite legal. Se a mãe está pronta para correr o risco, eu estou pronto para fazer a curetagem. Muitos dos bebês que tiro já estão totalmente formados e vivem um pouco antes de serem mortos.”
“Houve uma manhã em que havia quatro deles, um ao lado do outro, chorando como desesperados. Era uma pena jogá-los no incinerador porque tinham muita gordura que poderia ser comercializada. Se tivessem sido colocados numa incubadeira poderiam sobreviver, mas isto aqui não é um berçário.”
“Não sou uma pessoa cruel, mas realista. Sou pago para livrar uma mulher de um bebê indesejado e não estaria desempenhando meu ofício se deixasse um bebê viver. E eles vivem, apesar disso, meia hora depois da curetagem.
Tenho tido problemas com as enfermeiras, algumas desmaiam nos primeiros dias”.

É… Por que nada dizem?…

Por que?…

Enquanto esperamos respos
tas, deixemos que as imagens discursem…

Fonte: Porque não dizem a verdade?


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